sábado, 10 de novembro de 2012

Greve Geral - 14 de Novembro

O STARQ na rua na mobilização dos trabalhadores de Arqueologia e do Património para a greve geral 

FLUL

FCSH

MNA

Laboratório de Arqueociências - IGESPAR

Laboratório de Arqueociências - IGESPAR

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Comunicado - Greve Geral ..14 de Novembro..


COMUNICADO

A proposta de Orçamento de Estado para 2013 é uma tremenda ofensiva aos trabalhadores e à maioria do povo português. Não podemos ficar impávidos perante tanta injustiça:

-           o brutal aumento do IRS, que provoca um corte dos rendimentos ainda maior que em 2012;
-           o agravamento da carga fiscal sobre os trabalhadores “a recibos verdes”;
-           os cortes no subsídio de desemprego, no subsídio de doença e noutras prestações sociais;
-           uma nova redução das pensões de reforma;
-           a destruição das Funções Sociais do Estado (Segurança Social, Saúde, Educação, Transportes), bem como a degradação e encarecimento dos serviços públicos prestados às populações;
-           o aumento dos preços de bens e serviços de primeira necessidade (electricidade, água, gás, transportes, etc.) e de outros impostos e taxas diversas;

No que concerne à Cultura e Património, adivinham-se tempos ainda mais difíceis. O Governo mantém a Cultura reduzida à expressão menor de um Secretário de Estado. O OE2013 revela que a “manta” será novamente curta e o alvo a abater parece ser o Património, que os números atiram para parente pobre das rubricas orçamentais. Aliás, a possibilidade de concessão de Património à gestão privada, na óptica da redução de custos, evidencia mais um ataque aos direitos dos trabalhadores, nomeadamente aos seus salários - pois é aí que se pretende alcançar a maior poupança. De vínculos estáveis à precariedade, de horários regulados ao trabalho sem horas de saída, trata-se de um verdadeiro retrocesso para os trabalhadores que vão ser afectados.

É preciso prosseguir a luta pelo direito ao contrato de trabalho e contra a precariedade; é preciso defender a contratação colectiva (principal fonte de direitos mais favoráveis aos trabalhadores) e combater o aumento do tempo de trabalho não remunerado e a desregulamentação dos horários.

As medidas de austeridade impõem pesados sacrifícios aos trabalhadores e ao povo, mas não resolvem nenhum problema do país e até os agravam, como se comprova pelo evidente disparar do défice. É urgente pôr termo às políticas que provocam o retrocesso económico e são a causa do aumento do desemprego e do custo de vida. É preciso defender a Constituição da República Portuguesa, lei fundamental do país, afirmando o seu valor enquanto projecto alternativo às actuais políticas de austeridade.

Face ao constante agravamento das condições de trabalho e de vida que se verificam, aumentadas a cada dia com as medidas de austeridade contra os trabalhadores portugueses, o GTPS/STARQ manifesta a total disponibilidade para prosseguir e intensificar a luta necessária e declara a sua adesão à Greve Geral de 14 de Novembro de 2012. Apelamos a todos os trabalhadores da área da Arqueologia que adiram ao protesto e participem, sempre que possível, nos respectivos Piquetes de Greve e nas acções de rua eventualmente programadas para dia 14 de Novembro.

Relembramos que todos os trabalhadores, sindicalizados ou não, membros ou não dos sindicatos que declaram greve, podem aderir à Greve Geral. O pré-aviso de Greve Geral abrange todos os trabalhadores do País que, em termos legais, não estão obrigados a informar previamente a sua decisão de aderir ou não à Greve à respectiva entidade patronal.

No entanto, na óptica da responsabilidade específica que o exercício de funções em Arqueologia Preventiva e de Acompanhamento acarreta em termos de salvaguarda do Património, os trabalhadores que faltem ao serviço devem, como em qualquer outra ocasião de falta e caso se justifique, comunicar a sua ausência à tutela (sem especificar para que efeito), por forma a evitar eventuais danos patrimoniais durante a sua ausência.

Dia 14 paramos para o país avançar!
VIVA A GREVE GERAL!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Marcha contra o desemprego

AMANHÃ, 13 OUTUBRO: ENCERRAMENTO DA MARCHA

PONTO DE ENCONTRO DOS TRABALHADORES DE ARQUEOLOGIA ÀS 15:00

NA ALAMEDA (junto ao antigo cinema Império).


SAÍDA:

15:30 – COLUNA NORTE - Alameda ► Praça da Figueira ► São Bento

15:45 – COLUNA SUL - Cais do Sodré ► Praça da Figueira ► São Bento



As duas colunas encontram-se na Praça da Figueira e prosseguem para S. Bento, onde 

decorre o encerramento da Marcha contra o Desemprego.



PARTICIPA!


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Cartazes ...

Cartazes para uso na Marcha contra o Desemprego ou noutra situação de protesto.

Imprimam e tragam-nos para a rua ...


Pela cultura !!!

Pela arqueologia !!!!

A luta continua !!!!!!!







Marcha contra o Desemprego - Comunicado


Caros Colegas,

- Considerando que o sector da Arqueologia é fortemente marcado pelo flagelo da precariedade e da instabilidade laboral;
- Considerando que o desemprego no sector é um fenómeno em amplo crescimento, nomeadamente em virtude da paragem de vários projectos e obras nacionais, mas também do sub-financiamento das instituições ligadas à Arqueologia;
- Considerando que os trabalhadores de Arqueologia, tal como os restantes trabalhadores portugueses, se encontram numa situação cada vez mais insustentável e privada dos mais elementares direitos;

Apelamos a todos os trabalhadores de Arqueologia que se juntem à Marcha contra o Desemprego e pelo Trabalho com Direitos, a iniciar-se dia 5 de Outubro e a culminar a 13 de Outubro de 2012.

Apelamos ainda que os participantes possam levar mensagens relativas à realidade do sector e que possam levar elementos que os ajudem a identificar como trabalhadores de Arqueologia (por exemplo, colete reflector ou colherim). A informação detalhada do percurso segue em anexo. Não é necessário que os participantes façam todo o percurso da Marcha, apenas se pede a participação nos troços de maior conveniência a cada um.


Informação geral sobre a marcha aqui:

COLUNA (NORTE) A SAIR DE BRAGA

Dia 5 (6ª feira) Braga
Dia 6 (Sáb.) Porto
Dia 7 (Dom.) Porto
Dia 8 (2ª feira) Aveiro
Dia 9 (3ª feira) Coimbra
Dia 10 (4ª feira) Leiria
Dia 11 (5ª feira) Santarém
Dia 12 (6ª feira) Lisboa
Dia 13 (Sáb.) Lisboa


COLUNA (SUL) A SAIR DO ALGARVE

Dia 5 (6ª feira) Algarve
Dia 6 (Sáb.) Algarve / Beja
Dia 7 (Dom.) Beja
Dia 8 (2ª feira) Beja / Évora
Dia 9 (3ª feira) Évora
Dia 10 (4ª feira) Setúbal (Litoral Alentejano)
Dia 11 (5ª feira) Setúbal
Dia 12 (6ª feira) Setúbal
Dia 13 (Sáb.) Lisboa

Em defesa dos direitos dos trabalhadores de Arqueologia!

Contra o desemprego!
Participa!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Protesto 29 de Setembro



Protesto 29 de Setembro - Terreiro do Paço, Lisboa

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Protesto 29 de Setembro - Autocarros


A todos os interessados em apanhar o autocarro das várias zonas do país solicita-se o contacto para as delegações sindicais.

Podem consultar aqui os vários contactos disponíveis.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Todos ao Terreiro do Paço - 29 de Setembro

Apelamos a todas as trabalhadoras e trabalhadores em Arqueologia a participação no protesto agendado para dia 29 de Setembro às 15H no Terreiro do Paço, em Lisboa.

O nosso ponto de encontro será às 14H30 nos Restauradores.

Relembramos que se podem inscrever nos vários autocarros que existem por todo o país.


CONTRA O DESEMPREGO
PELA CULTURA

TODOS AO TERREIRO DO PAÇO !!!!





terça-feira, 25 de setembro de 2012

COMUNICADO GTPS

O Grupo de Trabalho Pró Sindicato em Arqueologia informa que o processo burocrático de formalização do Sindicato dos Trabalhadores em Arqueologia (STARQ) ainda segue os parâmetros legais para a sua legalização.

Apesar de esperarmos que os trâmites legais se desenrolem o mais rapidamente possível, para que a estrutura avance definitivamente como a base de defesa e luta dos trabalhadores em Arqueologia, não podemos permanecer mais tempo em suspenso, aguardando o desenlace do processo.

Face ao ataque por parte do governo também a este sector, através do desinvestimento na cultura, investigação e nas obras públicas, obrigando centenas de trabalhadores de arqueologia a abandonar a área e “convidando-os” a emigrar, e à necessidade de organização por parte dos trabalhadores de Arqueologia para fazer frente à intensificação das lutas que se avizinham, o Grupo decidiu:

1 – Convocar os trabalhadores de Arqueologia para a concentração contra o roubo dos salários, pensões e reformas agendada pela CGTP. O ponto de encontro será junto ao arco da rua Augusta, em Lisboa, no dia 29 de Setembro às 15h00. Esta iniciativa insere-se num plano de luta mais alargado, a ser acompanhado pelo Grupo.

2 – Reunir bimensalmente na 1ª e 2ª terça-feira de cada mês às 19h na sede do STARQ (Rua da Fé, nº 23 – 2.º andar), de modo manter activo o grupo de trabalho e desenvolver acções diversas enquanto o processo de legalização do STARQ segue os seus trâmites. A possibilidade de reunir a cada 2 meses noutros pontos do país está igualmente a ser considerada, e será anunciada brevemente. As reuniões serão abertas à participação de novos elementos.

3 – Apelar aos trabalhadores de Arqueologia que enviem denúncias de irregularidades das condições laborais para o STARQ, via correio electrónico (gtsindicato@gmail.com). Pretendemos reunir num curto espaço de tempo o máximo de informação sobre casos de contratação ao dia, despedimentos/dispensas repentinas, componentes de trabalho não pagas (como a produção de relatórios), salários em atraso, deficientes condições de trabalho, etc., com vista à elaboração de um dossier sobre o assunto.


O GTPS

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Tendo em consideração as exigências legais [1], o processo de formalização do Sindicato dos Trabalhadores em Arqueologia (STARQ) está ainda a decorrer. Neste sentido, informamos todos os interessados que poderão ainda efectuar a sua inscrição. Relembramos que a ficha de pré-inscrição pode ser descarregada AQUI e deve ser remetida, juntamente com uma fotografia tipo passe a cores e uma cópia do documento de identificação oficial, para o e-mail gtsindicato@gmail.com ou para a sede do Sindicato: STE (Sala B - STARQ) Rua da Fé n.º 23, 2º Andar, 1150-149 Lisboa.

A Comissão Instaladora do STARQ

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Comunicado sobre processo eleitoral

No âmbito do processo de formalização do STARQ e dos contactos estabelecidos com as entidades oficiais competentes, fomos informados de que as primeiras eleições para os Corpos Gerentes da associação sindical terão que aguardar a publicação do texto estatutário no Boletim de Trabalho e Emprego (BTE) e a aquisição de personalidade jurídica daí resultante.

Como tal, o processo eleitoral terá que ser reajustado em função da formalização, sujeita aos eventuais ajustes legais necessários à publicação em BTE.

A Comissão Instaladora vai acompanhar de perto todo o desenrolar da situação, comprometendo-se a informar em tempo útil todos os interessados sobre o andamento do processo e a nova proposta de calendário eleitoral.

Aproveitamos para apelar à divulgação do Sindicato, relembrando que a ficha de pré-inscrição pode ser descarregada AQUI e deve ser remetida, juntamente com uma fotografia tipo passe a cores e uma cópia do documento de identificação oficial, para o email gtsindicato@gmail.com ou para a sede provisória do Sindicato: STE (Sala B - STARQ) Rua da Fé n.º 23, 2º Andar, 1150-149 Lisboa.

A Comissão Instaladora do STARQ

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Comunicado oficial da Comissão Instaladora do STARQ

A Comissão Instaladora do STARQ vem, por este meio, repudiar a iniciativa de quem se está a tentar fazer passar pelo Sindicato clonando o seu endereço de e-mail gtsindicato@gmail.com e enviando mensagens falsas para a Archport por via de uma página designada http://deadfake.com.

Consideramos que esta atitude revela uma grande falta de seriedade e maturidade do seu protagonista, que apenas visa desestabilizar o projecto sindical do STARQ. No entanto, dada a gravidade do facto que é a usurpação de identidade e a utilização da mesma para fins de denegrição da imagem, serão tomadas providências para denúncia do ilícito às autoridades competentes.

Aproveitamos para clarificar, de uma vez por todas, que o STARQ não está filiado em qualquer Central Sindical. Aliás, a decisão de vinculação a qualquer estrutura está dependente de realização de Assembleia Geral para o efeito, cabendo aos sócios a decisão quanto a essa possibilidade, de acordo com os Estatutos aprovados pelas dezenas de trabalhadores do sector presentes na Assembleia Constituinte que decorreu a 24 de Março de 2012.

A Comissão Instaladora do STARQ

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Comunicado da Comissão Instaladora do Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia (STARQ)

11 de Abril de 2012

A Comissão Instaladora do STARQ, eleita a 24 de Março de 2012, vem por este meio relembrar todos os interessados que as inscrições no Sindicato estão abertas. Basta enviar a ficha de pré-inscrição devidamente preenchida, uma fotografia tipo passe a cores e uma cópia do documento de identificação oficial para o email gtsindicato@gmail.com ou para a sede provisória do Sindicato: STE (Sala B - STARQ) Rua da Fé n.º 23, 2º Andar, 1150-149 Lisboa.

A ficha de pré-inscrição pode ser descarregada AQUI.

A Comissão Instaladora

STARQ já tem sede provisória

Na sequência do acordo estabelecido entre a Comissão Instaladora do STARQ e o STE (Sindicato dos Trabalhadores de Espectáculos), informa-se que o Sindicato já dispõe de um espaço para funcionamento provisório, ao abrigo da cedência não onerosa de uma sala sita à Rua da Fé n.º 23, 2º Andar, 1150-149 Lisboa.

Fica desde já o agradecimento público ao STE por este importante apoio, que muito ajuda os trabalhadores de Arqueologia no processo de construção do seu Sindicato.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Audição Pública na AR sobre Código do Trabalho

O Grupo Parlamentar do PCP endereçou um convite a várias organizações, entre elas o GTPS, para participação na audição pública sobre legislação laboral e as alterações ao Código do Trabalho, que decorreu na Sala do Senado da Assembleia da República a 3 de Abril.
O GTPS respondeu afirmativamente ao convite e aproveitou para denunciar algumas das questões que afectam os trabalhadores de Arqueologia, nomeadamente a precariedade, os baixos salários e a instabilidade laboral no sector.
Uma vez que o processo de formalização do Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia está ainda em curso, não existindo ainda uma Direcção eleita que possa assumir posições de forma legitimada pelos seus associados, os elementos do GTPS limitaram-se a descrever a realidade do sector e as consequências práticas das medidas que agora se tentam alargar a todos os trabalhadores.
Assim, a intervenção realizada cingiu-se ao relato dos problemas sentidos por muitos trabalhadores de Arqueologia, em especial os que estão sujeitos a um regime precário de trabalho, como os falsos recibos verdes, as recorrentes dificuldades devido a ordenados em atraso, a inexistência de subsídios de Férias e Natal, o trabalho não remunerado como horas extraordinárias ou fases de produção de relatório não pagas, a inexistência de contratação e negociação colectiva, a ocorrência de doenças profissionais e de grande desgaste físico sem quaisquer apoios ou benefícios sociais, as deficiências no âmbito da Saúde, Higiene e Segurança no trabalho, o não pagamento de materiais de trabalho e de despesas de deslocação.
Da sessão resultaram diversas apreciações das cerca de 40 estruturas presentes, que confluíram nas seguintes conclusões acerca da nova lei do trabalho, aprovada na generalidade na Assembleia da República no dia 30 de Março (votos a favor do PSD/PPD e CDS/PP; abstenção do PS; votos contra do PCP, PEV e BE):
-  Existe uma tentativa de imposição de trabalho gratuito pela eliminação de dias de férias e de períodos de descanso, a que corresponde uma desvalorização do trabalho;
- Observa-se uma redução dos salários pelo não pagamento de horas extraordinárias;
- Opta-se pela desregulação do horário de trabalho, com a generalização do banco de horas;
- A ACT vê o seu papel de intervenção e fiscalização esvaziado, desvalorizando-se as violações da lei do trabalho;
- Consagra-se a facilitação dos despedimentos e a redução das indemnizações;
- Há um claro ataque à contratação colectiva.
 Consideramos a participação nestas iniciativas como uma oportunidade francamente positiva no sentido de se levar os problemas próprios do sector ao conhecimento do maior número possível de agentes e interventores, estando disponíveis para reunir com qualquer força política que pretenda auscultar as preocupações dos trabalhadores de Arqueologia.
Estamos também abertos à aceitação de convites de outras organizações, nomeadamente as associações profissionais do sector da Arqueologia, no sentido de discutir e encontrar formas de entendimento que melhor sirvam a Arqueologia portuguesa e os seus trabalhadores.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Comunicado a propósito de uma notícia da Agência Lusa


A Agência de Notícias LUSA emitiu, ontem, uma nota sobre a constituição do Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia. Lamentavelmente não corresponde ao que foi dito, tendo sido descontextualizado. Dessa forma, cumpre-nos repor a verdade:

Em relação ao universo dos profissionais, afirmou-se que nem a tutela foi capaz de indicar clara e inequivocamente esse número, estando apenas contabilizados os arqueólogos que fazem direcção de obra, ficando excluídos todos os outros, assim como os trabalhadores que desempenham qualquer outra função em Arqueologia. A dificuldade em contabilizar rigorosamente os trabalhadores do sector prende-se essencialmente com a volatilidade e precariedade, mas também com os estudantes que todos os anos chegam ao mercado de trabalho e não são contabilizados. Há, de facto, muitas pessoas a sair das universidades todos os anos, mas isso não foi apontado como um problema no âmbito desta entrevista.

Por outro lado, nunca se referiu que a APA (Associação Profissional de Arqueólogos) e a AAP (Associação de Arqueólogos Portugueses) tenham colaborado activamente neste processo, apenas que uma delas (AAP) cedeu por uma ocasião sala para reunião do Grupo. Foi afirmado, isso sim, que os âmbitos de actuação de cada uma delas são distintos e o Sindicato tem objectivos diferentes das associações, até porque representa outros trabalhadores além dos arqueólogos. Não obstante, o Sindicato estará sempre aberto ao diálogo e colaboração com qualquer associação do sector, assim como demais organizações.

GTPS

terça-feira, 27 de março de 2012

Assembleia Constituinte do Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia - vídeo

Podem ver o vídeo da Assembleia Constituinte aqui.

Assembleia Constituinte dos Trabalhadores de Arqueologia - FOTOS

Museu Nacional de Arqueologia acolheu a Assembleia Constituinte do Sindicato

Elementos do Grupo de Trabalho fazem os últimos preparativos para a sessão
Começam a chegar os primeiros trabalhadores de Arqueologia
À entrada são distribuídas as fichas de pré-inscrição e a proposta de Estatutos

Aos poucos a sala vai ficando composta

Largas dezenas de trabalhadores de Arqueologia estiveram presentes no MNA

A Mesa da Assembleia

Largas dezenas de trabalhadores de Arqueologia estiveram presentes no MNA
Leitura da Acta da reunião

segunda-feira, 26 de março de 2012

Nasceu o Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia!

  Largas dezenas de trabalhadores de Arqueologia acorreram ao MNA no passado Sábado para dizer sim à constituição do seu Sindicato. A proposta de criação do Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia foi aprovada por unanimidade e aclamação, bem como o projecto de Estatutos que foi apresentado. A sessão ficou marcada pelo espírito de grande unidade entre os presentes e a motivação demonstrada para a defesa dos direitos dos trabalhadores do sector.

 O Grupo de Trabalho Pró-Sindicato em Arqueologia chega, deste modo, ao fim da sua missão. A Comissão Instaladora eleita na Assembleia Constituinte terá agora a função de conduzir o processo eleitoral do Sindicato.

 Por razões de conveniência, os contactos do GTPS continuarão activos até à eleição dos Corpos Gerentes do STARQ, sendo desde já possível fazer a pré-inscrição no Sindicato.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Amanhã é o dia!

Convocamos todos os trabalhadores de Arqueologia para a Assembleia Constituinte do Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia, a realizar-se pelas 15horas do dia 24 de Março de 2012, no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa.

Ordem de Trabalhos
- Ponto prévio: Ratificação da Mesa e da metodologia de funcionamento propostas para a Assembleia Constituinte;
- Ponto 1: Deliberação sobre a constituição do Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia;
- Ponto 2: Deliberação sobre os Estatutos do Sindicato;
- Ponto 3: Deliberação sobre a composição da Comissão Eleitoral.

Por forma a melhor podermos organizar os trabalhos, solicitamos a todos os participantes que possam fazer-se acompanhar de uma cópia do documento de identificação pessoal e de uma fotografia. Disponibilizaremos as fichas de inscrição no próprio dia.

Vem fazer história na Arqueologia portuguesa!
A constituição do Sindicato está nas tuas mãos!

terça-feira, 20 de março de 2012

ADERE À GREVE GERAL DE 22 DE MARÇO!

Nos dias que correm, a degradação das condições de vida do povo português é evidente e tem consequências dramáticas para uma grande maioria da população. O ataque aos direitos dos trabalhadores, com o estabelecimento de políticas de insegurança, vínculos precários e, até, trabalho não remunerado, a redução da protecção social, com cortes das pensões e reformas, o ataque generalizado ao Serviço Público - seja a Saúde, a Educação ou os Transportes - apenas promovem o agravamento das desigualdades sociais e geram cada vez maior pobreza.

Os trabalhadores de Arqueologia, em particular, sentem na pele há já algum tempo algumas das medidas que se tentam agora alargar à maioria dos trabalhadores, como os falsos recibos verdes, os baixos salários ou a instabilidade laboral, que lhes negam uma vida digna e o exercício de direitos fundamentais.

Tal como os trabalhadores em geral, também o sector da Cultura e do Património está sob fogo, evidenciado, desde logo, no corte de mais de 30 milhões de euros em sede de Orçamento de Estado para 2012. Com o plano de redução de despesas do Governo há já museus a perder, nomeadamente, os seus Técnicos de Conservação. A própria paralisação de grandes projectos de Obras Públicas tem um inevitável impacto nos trabalhos de acompanhamento arqueológico, que dão emprego a uma fatia considerável de trabalhadores de Arqueologia.

O desenvolvimento sustentado do sector da Arqueologia tem que passar pelo combate à precariedade, ao trabalho não remunerado e aos atrasos no pagamento de salários, à ausência de respeito pelas normas de saúde, higiene e segurança no trabalho, assim como ao agravamento das condições de intenso desgaste físico que, mais tarde, se vão intensificar com a falta de apoios ao nível da Saúde e Segurança Social. Tem ainda que defender a construção da justiça social através da melhoria das condições remuneratórias, o direito ao trabalho como direito fundamental acessível por todos e o respeito pela ética e deontologia profissionais.

O fim da instabilidade social e profissional no sector e a elevação dos padrões de qualidade na produção do Conhecimento sobre o Passado são essenciais para a dignificação do trabalho em Arqueologia. Só haverá progresso económico e desenvolvimento do País, nomeadamente ao nível da Arqueologia e Património, se for abandonado o modelo baseado em baixos salários, precariedade e desqualificação da mão-de-obra, optando-se pela aposta numa política de Crescimento e Emprego com direitos.

Nesse sentido, face ao constante agravamento das condições de trabalho e de vida que se verificam e que se intensificam a cada dia com as medidas de austeridade contra os trabalhadores portugueses, apelamos a todos os trabalhadores na área da Arqueologia que adiram à Greve Geral de 22 de Março de 2012.

Relembramos que todos os trabalhadores, sindicalizados ou não, membros ou não dos sindicatos que declaram greve, podem aderir à Greve Geral. O pré-aviso de Greve Geral abrange todos os trabalhadores do País que, em termos legais, não estão obrigados a informar previamente a sua decisão de aderir ou não à Greve à respectiva entidade patronal.

No entanto, na óptica da responsabilidade específica que o exercício de funções em Arqueologia acarreta em termos de salvaguarda do Património, os trabalhadores que faltem ao serviço devem, como em qualquer outra ocasião de falta e caso se justifique, comunicar a sua ausência à tutela (sem especificar para que efeito), por forma a evitar eventuais danos patrimoniais durante a sua ausência.

Apelamos ainda à participação, sempre que possível, nos respectivos Piquetes de Greve e nas acções de rua programadas para dia 22 de Março.

GREVE GERAL, 22 DE MARÇO - CONCENTRAÇÕES NACIONAIS


ÁGUEDA: 15h00 na Praça da República
ALCÁCER DO SAL: 11h00 no Largo da Câmara
AVEIRO: 15h00 na Praça da Biblioteca Municipal
AVIS: 16h00 na Praça Serpa Pinto
BARREIRO: 15h30 Largo da Santa, no Alto do Seixalinho
BENAVENTE: 11h00 no Largo N.ª Senhora da Paz
BEJA: 15h00 nas Portas de Mértola
BRAGA: 15h00 na Praça da Arcada
BRAGANÇA: 15h30 frente ao Tribunal
CASTELO BRANCO: 14h00 frente à Câmara Municipal
COIMBRA: 11h00 na Praça 8 de Maio
CORROIOS E COVA DA PIEDADE: 10h30 desfile para o Laranjeiro/Praça da Portela
COUÇO (SANTARÉM): 10h00 junto ao Monumento à Luta do Povo do Couço
COVILHÃ: 10h30 na Praça do Município
ÉVORA: concentração na Praça do Giraldo
GRÂNDOLA: 11h00 no Largo das Palmeiras
GUIMARÃES: 15h00 na Estação de Camionagem
HORTA/FAIAL: 15h00 no Largo do Infante
LISBOA: 14h00 no Rossio
MARINHA GRANDE: 17h00 na Rotunda do Vidreiro
OVAR: 15h00 junto ao Tribunal
PORTALEGRE: 11:00 no Largo do Alentejano
PORTO: 15h00 na Praça da Liberdade
SANTA MARIA DA FEIRA: 15h00 frente à Câmara Municipal
SANTARÉM: 15h00 no Largo Cândido dos Reis
SANTIAGO DO CACÉM: 15h00 no Largo da Rodoviária
S. JOÃO DA MADEIRA: 15h00 na Praça Luís Ribeiro
SETÚBAL: 11h00 no Largo da Misericórdia
SINES: 15h00 no Largo do Castelo
TORRES NOVAS: 10h00 frente à Casa Sindical
TRAMAGAL: 10h00 junto à sede do SITE
VIANA DO CASTELO: 15h00 na Praça da República
VISEU: 11h30 na Praça da República

segunda-feira, 19 de março de 2012

Convocatória da Assembleia Constituinte do Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia


Nos dias que correm, a degradação das condições de vida do povo português é evidente e tem consequências dramáticas para uma grande maioria da população. O ataque aos direitos dos trabalhadores, com o estabelecimento de políticas de insegurança, vínculos precários e, até, trabalho não remunerado, a redução da protecção social, com cortes das pensões e reformas, e o ataque generalizado ao Serviço Público, seja a Saúde, a Educação ou os Transportes, apenas promovem o agravamento das desigualdades sociais e geram cada vez maior pobreza. Os trabalhadores de Arqueologia, em particular, sentem na pele há já algum tempo algumas das medidas que se tentam agora alargar à maioria dos trabalhadores, como os falsos recibos verdes, os baixos salários ou a instabilidade laboral que lhes nega uma vida digna. 

Tal como os trabalhadores em geral, também o sector da Cultura e do Património está sob fogo, evidenciado, desde logo, no corte de mais de 30 milhões de euros em sede de Orçamento de Estado para 2012. Com o plano de redução de despesas do Governo há já museus a perder, nomeadamente, os seus Técnicos de Conservação. A própria paralisação de grandes projectos de Obras Públicas tem um inevitável impacto nos trabalhos de acompanhamento arqueológico, que dão emprego a uma fatia considerável de trabalhadores de Arqueologia.

A degradação das condições profissionais dos trabalhadores da área da Arqueologia em Portugal tem realçado a necessidade de criação de uma entidade que represente todos aqueles que desenvolvem a sua actividade profissional no âmbito da Arqueologia e da defesa do Património Arqueológico, especificamente vocacionada para a defesa das condições de trabalho. 

O desenvolvimento sustentado das profissões do sector da Arqueologia tem que passar pelo combate à precariedade, ao trabalho não remunerado e aos atrasos no pagamento de salários, à ausência de respeito pelas normas de saúde, higiene e segurança no trabalho, assim como ao agravamento das condições de intenso desgaste físico que, mais tarde, irão agravar-se com a falta de apoios ao nível da saúde e segurança social. Tem ainda que defender a construção da justiça social através da melhoria das condições remuneratórias, o direito ao trabalho como direito fundamental acessível por todos e o respeito pela ética e deontologia profissionais. 

O fim da instabilidade social e profissional no sector e a elevação dos padrões de qualidade na produção do Conhecimento sobre o Passado são essenciais para a dignificação do trabalho em Arqueologia. Só haverá progresso económico e desenvolvimento do País, nomeadamente ao nível da Arqueologia e Património, se for abandonado o modelo baseado em baixos salários, precariedade e desqualificação da mão-de-obra, optando-se pela aposta numa política de Crescimento e Emprego com direitos.

Nesse sentido, e face ao constante agravamento das condições de trabalho e de vida que se verificam e que se sabe que se intensificarão pelas contínuas medidas de austeridade contra os trabalhadores portugueses, apelamos a todos os trabalhadores na área da Arqueologia (Arqueólogos, Técnicos, Desenhadores, Antropólogos, Conservadores/Restauradores, etc.) a unirem-se neste momento que será, seguramente, um marco histórico e uma grande conquista dos trabalhadores de Arqueologia.


Desta forma, convocamos todos os trabalhadores de Arqueologia para a Assembleia Constituinte do Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia, a realizar-se pelas 15horas do dia 24 de Março de 2012, no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa.


Ordem de Trabalhos
- Ponto prévio: Ratificação da Mesa e da metodologia de funcionamento propostas para a Assembleia Constituinte;
- Ponto 1: Deliberação sobre a constituição do Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia;
- Ponto 2: Deliberação sobre os Estatutos do Sindicato;
- Ponto 3: Deliberação sobre a composição da Comissão Eleitoral.



Lisboa, Março de 2012
Grupo de Trabalho Pró-Sindicato em Arqueologia

segunda-feira, 12 de março de 2012

Assembleia Constituinte a todo o vapor!

No passado dia 10 de Março decorreu uma reunião do Grupo de Trabalho Pró-Sindicato em Arqueologia (GTPS) no Clube Estefânia, em Lisboa. O encontro teve como objectivo a preparação da Assembleia Constituinte do Sindicato, que vai realizar-se já a dia 24 de Março, no Museu Nacional de Arqueologia.

Das várias iniciativas organizadas pelo GTPS nos últimos meses, destacou-se o Manifesto de Apoio à Criação de um Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia, que conta com cerca de 300 subscrições (online em http://www.peticaopublica.com/?pi=GTPS e também em papel) e demonstra a pertinência e necessidade de uma organização sindical que defenda os direitos dos trabalhadores do sector.

Ultimados os detalhes formais que permitem a criação da estrutura sindical, está agora nas mãos dos trabalhadores de Arqueologia a constituição do seu Sindicato! Apelamos, por isso, à participação de todos na Assembleia de dia 24!

Nota: Caso pretendas arranjar transporte para Lisboa no dia da Assembleia Constituinte, envia-nos um e-mail. Estamos a coordenar boleias a partir de vários pontos do país.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Reunião de preparação da Assembleia Constituinte

Caros Colegas,

Com vista à preparação da Assembleia Constituinte de 24 de Março, a decorrer no Museu Nacional de Arqueologia, o GTPS vai reunir amanhã, Sábado, 10 de Março, pelas 15h00 no Clube Estefânia (Rua Alexandre Braga, 24 - Lisboa).

Convidamos todos os que queiram ajudar à construção do Sindicato a estarem presentes nesta reunião preparatória. Todos os contributos serão bem-vindos!

O GTPS

segunda-feira, 5 de março de 2012

Dia 24 de Março, vamos todos fazer o nosso Sindicato!

Caros colegas,

Aproxima-se o dia da Assembleia Constituinte do Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia, que como sabem irá ter lugar em Lisboa, no Museu Nacional de Arqueologia, dia 24 de Março.  

Chegou a hora do tudo ou nada. O GTPS tem tudo preparado para que o Sindicato seja uma realidade, mas falta o mais importante: a vossa presença na Assembleia! Na verdade, imperativos legais exigem a presença de um número mínimo de profissionais do sector nessa mesma Assembleia Constituinte, pelo que todos seremos poucos

         No GTPS sentimos, durante todo este período preparatório, muita força, muito apoio e, sobretudo, tivemos como feedback uma real necessidade da existência do nosso Sindicato. Imensos foram os colegas que nos expressaram, por variados meios, essa vontade, sobretudo se tivermos em conta a instabilidade laboral que a imensa maioria de nós vive. Mas isso não chega. É preciso que o Sindicato seja constituído de forma a não deitarmos ao lixo todo o trabalho desenvolvido até aqui.

A constituição do Sindicato está nas tuas mãos!

Caro colega,

         A tua presença na Assembleia Constituinte é fundamental. Contamos contigo no próximo dia 24! Passa palavra, envia um mail ou uma sms aos teus colegas! 

Vamos todos fazer o nosso Sindicato!

Informamos ainda que, no próximo dia 10 de Março (Sábado), o GTPS irá reunir em Lisboa pelas 15h. Se puderes vem dar o teu contributo na preparação da Assembleia Constituinte do Sindicato!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Mais de três de dezenas participaram na Manifestação Nacional

Trabalhadores de Arqueologia responderam ao apelo
Mais de três de dezenas participaram na Manifestação Nacional

O Grupo de Trabalho Pró-Sindicato em Arqueologia apoiou a Manifestação Nacional de 11 de Fevereiro de 2012, apelando à participação dos trabalhadores de Arqueologia na luta e defesa dos seus direitos. Cerca de três dezenas de profissionais de vários pontos do país marcaram presença na iniciativa, dando voz ao protesto contra a precariedade e reclamando mais direitos. Durante o desfile foram feitos vários contactos com trabalhadores do sector e foi distribuído um documento alusivo à Assembleia Constituinte do Sindicato a 24 de Março. As fotografias e vídeos da Manifestação podem ser vistos AQUI.

A dinâmica que o processo de constituição do Sindicato está a revelar deixa perspectivas optimistas para o futuro. Além da mobilização para a Manifestação, o GTPS congratula-se pelo caloroso acolhimento que o Manifesto de Apoio à Criação de um Sindicato em Arqueologia tem obtido, sendo de destacar as mais de 200 assinaturas recolhidas até ao momento, em papel e ONLINE.

A participação de todos é fundamental para o sucesso deste projecto! Se estás interessado em colaborar activamente com o GTPS, contacta-nos!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Manif Nacional CGTP - 11 de Fevereiro - Lisboa

Cerca de três dezenas de profissionais de arqueologia responderam ao apelo à participação nesta manifestação nacional em Lisboa..A todas e a todos, especialmente aos que fizeram muitos quilómetros, fica a certeza que a luta por melhores condições irá continuar .. Até dia 24 de Março !!!!

( Podem ser vistos alguns vídeos
da nossa participação na manif aqui )








quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Manifesto e Manifestação de 11 de Fevereiro

Com o objectivo de preparar as condições para a realização da Assembleia Constituinte do Sindicato – agendada para o dia 24 de Março, em Lisboa, o Grupo de Trabalho Pró-Sindicato em Arqueologia (GTPS) vai proceder a diversas iniciativas de mobilização durante o primeiro trimestre em vários pontos do país.
Neste âmbito, foi colocado em circulação (papel e online) um Manifesto de Apoio à Criação de um Sindicato em Arqueologia subscrito por várias personalidades e trabalhadores do sector
O Manifesto está aberto à subscrição por todos os profissionais de Arqueologia, nomeadamente Arqueólogos, Técnicos de Arqueologia, Conservadores-Restauradores, Antropólogos, Professores e Investigadores, na página web:

Relembramos que foi decidido pelo GTPS participar activamente na Manifestação Nacional convocada pela CGTP-IN para o dia 11 de Fevereiro de 2012 em Lisboa com uma faixa alusiva às dificuldades dos trabalhadores da Arqueologia e ao GTPS. O ponto de encontro é às 14h30, nos Restauradores, junto ao bar "Pirata". As razões da adesão ao protesto estão no nosso comunicado.

Participa e divulga!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Manifestação Nacional de 11 de Fevereiro

O agravamento das condições de vida do povo português é evidente e tem consequências dramáticas para uma parte considerável da população. O ataque aos direitos de quem trabalha, com o estabelecimento de políticas de insegurança, precariedade e trabalho não pago, a redução da protecção social, com cortes das pensões e reformas, o ataque generalizado ao serviço público, seja a saúde, a educação ou os transportes, apenas promovem o agravamento das desigualdades sociais e geram cada vez maior pobreza.

Os trabalhadores de Arqueologia sentem na pele há já algum tempo algumas das medidas que se tentam agora alargar à maioria dos trabalhadores. Somos, por isso, sensíveis ao legítimo protesto de todos os que se sentem espoliados dos seus direitos e que sentem que este caminho de austeridade apenas conduz à instabilidade e não à verdadeira recuperação económica do país.

O sector da Cultura e do Património está também sob fogo, consumado, desde logo, no corte de mais de 30 milhões de euros em sede de Orçamento de Estado para 2012. Com o plano de redução de despesas do Governo, há já museus a perder, nomeadamente, os seus técnicos de conservação. A própria paralisação de grandes projectos de obras públicas tem um inevitável impacto nos trabalhos de acompanhamento arqueológico, que dão emprego a uma fatia considerável de trabalhadores de Arqueologia.

É preciso uma política alternativa, não só em termos de Arqueologia e Património, mas para todo o país! Colocar o peso dos maiores sacrifícios do lado de quem trabalha e menos condições tem não pode ser a solução!

É chegada a hora de romper com o conformismo, unindo esforços e vontades para lutar por uma mudança de política. Um futuro melhor passa pela aposta no emprego com direitos, na valorização dos serviços públicos e na defesa da produção nacional.

O Grupo de Trabalho Pró-Sindicato em Arqueologia apoia a Manifestação Nacional de 11 de Fevereiro de 2012 e apela à participação de todos os trabalhadores de Arqueologia na luta e defesa dos seus direitos!

PARTICIPA!